Simbologia:

A data de 13 de junho de 1875, lembra a fundação do Núcleo Colonial de Nossa Senhora do Carmo de Benevides.
A data de 30 de março de 1884, ladeada por correntes partidas lembra a libertação dos escravos, e o sol nascente na altura do escudo simboliza a liberdade em Benevides.
O ano de 1954 também inscrito no Brasão foi o da criação do Distrito de Benfica, uma das localidades mais prospéras de Benevides.
A produção agrícola é simbolizada por ramos que representam o dendê, a pimenta do reino e a cana-de-açúcar.
Pequenos retângulos vermelhos representam a fabricação de tijolos, atividade desenvolvida especialmente em Benfica. Diz-se que nas primeiras casas construídas em Belém, foram usados tijolos produzidos nessa localidade.
O ancinho e as máquinas, nas laterais, é uma homenagem ao homem do campo.
A Estrada de Ferro, via que durante muito tempo constitui-se em meio de acesso ao Município, é simbolizada por trilhos que aparecem no alto do escudo.
A Industria é representada por uma grande chaminé.
Ao centro um croquis da antiga Colônia Nossa Senhora do Carmo de Benevides com uma estrela em seu centro simbolizando o Estado do Pará.
As letras IHS simbolizam a religião católica professada por muitos habitantes do município.
Na parte inferior, alguns ramos de flor-de-lis, simbolizando a pureza.
A inscrição “Libertar et Labor”, é o lema do povo Benevidense escrita em latim, significa Liberdade e Trabalho.